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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

REGULAMENTAÇÃO GERAL DOS JOGOS


PREFEITURA MUNICIPAL DE AUGUSTO CORRÊA
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL BELARMINO ALVES CORRÊA
 SEMANA DA PÁTRIA – 2013

TEMA: “Augusto Corrêa: Patriotismo, memórias e identidades na construção de uma cidade educadoral”.
LEMA:Esporte, resgatando e revelando novos talentos”.

REGULAMENTAÇÃO GERAL DOS JOGOS

Art. 1 - OBJETIVOS E FINALIDADES
a)    Despertar o espírito esportivo dos alunos, fazendo surgir novos valores no panorama esportivo local;
b)    Promover o desporto educacional, através de jogos que envolvam várias modalidades esportivas,dando oportunidade de participação a um maior número de alunos, despertando o gosto pela práticados esportes, com fins educativos e formativos;
c)    Favorecer aos alunos a aquisição de experiências que venham enriquecer seus conhecimentos e facilitar sua relação com o meio, contribuindo desta forma para o exercício da cidadania.

Art. 2 DA PARTICIPAÇÃO E INSCRIÇÕES:
a)    Nas modalidadesde competições da Semana da Pátria 2013 a equipe só poderá participar , com alunos de sua própria sala;
b)    O aluno poderá participar de quantas modalidades quiser, de acordo com os itens a;
c)    Cada sala (por turno), só poderá inscrever uma equipe por categoria e modalidade;
d)    Caso uma classe não tenha alunos suficientes para formar uma equipe poderá inscrever alunos de outra classe, da mesma série e turno, se a maioria de sua classe concordar (declaração assinada), logicamente se estiver sobrando em sua turma, nesse caso procurar a equipe de coordenação dos jogos.
e)    Os alunos poderão fazer as inscrições nos dias 22 à 27de Agosto de 2013 na secretaria da escola. Manhã das 10h as 11:00h, tarde das 16:00h as 17:00h enoite das 20h as 22:00h.
f)     Cada equipe poderá inscrever no máximo 02 alunos-atletas a mais de acordo com a competição em que esteja inscrito, um técnico e um massagista.
g)    A comissão técnica da equipe poderá ser alunos, funcionários ou colaboradores vinculados à escola e deverão apresentar-se de maneira digna durante os jogos (camisa com manga, calça e sapatos);
h)   As equipes deverão apresentar-se nos jogos, devidamente uniformizadas e com a identificação da turma;
i)     Os turnos deverão apresentar candidatos (as) para concorrerem aos seguintes títulos: PRÍNCIPE (PRINCESA) EBAC, REI (RAINHA) da Semana da Pátria 2013.
j)     Os jogos serão realizados nas Dependências da Escola e no Campo de Futebol da comunidade.

Art. 3 DAS MODALIDADES E CATEGORIAS

1-   CATEGORIAS:
Ø  INFANTO MASCULINO – Até 15 anos – nascidos a partir de 1998.
Ø  INFANTO FEMININO
Ø  ADULTO MASCULINO – A partir de 16 anos.
Ø  ADULTO FEMININO.


2-    MODALIDADES

a)    FUTEBOL
Cada Equipe poderá inscrever no máximo 13 atletas e no mínimo 11 atletas.
Ø  INFANTO MASCULINO;
Ø   INFANTO FEMININO;
Ø  ADULTO MASCULINO;
Ø  ADULTO FEMININO.

b)   MATA-MATA
Cada Equipe poderá inscrever no máximo 08 atletas e no mínimo 06 atletas.
Ø  INFANTO MASCULINO;
Ø   INFANTO FEMININO;
Ø  ADULTO MASCULINO;
Ø  ADULTO FEMININO.


c)    VÔLEI
Cada Equipe poderá inscrever no máximo 08 atletas e no mínimo 06 atletas.
Ø  INFANTO MASCULINO;
Ø   INFANTO FEMININO;
Ø  ADULTO MASCULINO;
Ø  ADULTO FEMININO.


d)   ATLETISMO
Quantidade de acordo com a modalidade
Ø  INFANTOMASCULINO E FEMININO
Ø  ADULTO MASCULINO E FEMININO


e)    DAMA
Ø  INFANTO;
Ø  ADULTO.


f)     PETECA
Ø  INFANTO;
Ø  ADULTO.


ART. 4 DOS DIREITOS E DEVERES

a)    Todas as equipes deverão tomar parte da solenidade de abertura da SEMANA DA PÁTRIA–2013, com no mínimo de 03 e no máximo de 05 alunos, por sala, devidamente uniformizados e identificados com a placa de identificação. (entrar em contato com a coordenação);
b)    A equipe que não fizer parte da solenidade de abertura ficará automaticamente eliminada dos jogos.
c)    Cada equipe deverá estar MEIA – HORA antes de seu jogo, para assinar a súmula;
d)    A equipe que deixar de comparecer no horário que se encontra na tabela, para começar o jogo, perderá por W X O;
e)    Caso as equipes não compareçam aos jogos, as mesmas serão desclassificadas;
f)     O aluno que for expulso de uma partida cumprirá suspensão automática do próximo jogo;
g)    O (a) aluno (a) que ficou reprovado no ano anterior e não seja assíduo nas aulas, não poderá participar da Semana da Pátria, ressaltando que tal regra será válida para os próximos anos;
h)   O aluno que se apresentar em estado de embriaguez durante a partida será eliminado das competições, bem como o que for flagrado ingerindo bebida alcoólica ou outro tipo, antes dos jogos;
i)     O atleta que agredir moralmente e/ou fisicamente qualquer um dos membros da Equipe Organizadora, Comissão de Arbitragem ou Comissão Disciplinar, ficará afastado de todos os jogos e passivo de punição pela Direção da Escola, juntamente com o Conselho Escolar;
j)     Se em caso de expulsão do atleta, ou atletas, durante o jogo, houver resistência pelos demais da equipe, esta estará desclassificada do torneio e os alunos serão suspensos dos jogos do ano seguinte;
k)    Para efeito disciplinador, serão criados três tipos de faltas: 1 – FALTA LEVE: motivo banal durante o jogo cumprirá a suspensão de UM JOGO. 2 – FALTA GRAVE: agressão grosseiramente verbal, falta de controle sobre si, será afastado imediatamente da competição e sofrerá sansões severos pela Comissão Disciplinar; FALTA GRAVÍSSIMA: Agressão ou tentativa de agressão física, será afastado imediatamente da competição e sofrerá punições severas pela comissão Disciplinar.
l)     A comissão Disciplinar será a responsávelpelos julgamentos dos alunos infratores e será formada pela Direção da Escola, Professor de Educação Física, Coordenação Pedagógica e Conselho Escolar;
m)  Após o sorteio não será acrescido nenhuma equipe ou atleta na ficha de inscrições;
n)   As equipes vencedoras serão agraciadas com troféus e medalhas;
o)    Casos omissos a esta regulamentação, serão resolvidos pela Comissão Organizadora.

CRONOGRAMA:

ATIVIDADES
AGOSTO
SETEMBRO
Inscrição dos atletas
22 à 27

Sorteio dos jogos
29

Realização dos jogos

02à 06

COMISSÃO ORGANIZADORA 2013
Gestão Escolar
Coordenadores Pedagógicos
Equipe Pedagógica


Semana da Pátria EBAC 2013




Período: 02-06/09/2013
Abertura: 02/09/2013
Horário:08:00 h

Justificativa


O esporte no Brasil caracteriza-se por ser paixão Nacional. Sendo praticado constantemente por diversas categoriassociais: Crianças, Jovens, adultos, Idosos, P.N.E(Portadores de Necessidades Especiais) e  em vários setores como programas educativos, Escolas, Clubes etc...

Desse modo abrange várias dimensões: Cultural Social e Ambiental. Nesse sentido é que a Escola Belarmino Alves Correia estará realizando mais uma Semana da Pátria, visando envolver seus discentes em atividades culturais e esportivos de forma participativa, em que educando respeite conhecimentos e limites do outro, sendo mais tolerante e menos competitivo.


Objetivos

- Incentivar a integração entre a comunidade escolar despertando o espírito esportivo no alunado.
- Descobrir novos valores através do panorama esportivo.
- Incentivar o educando a prática esportiva, resgatando valores sociais.

Programação

Início: As 08h00min

Apresentação dos atletas
Juramento dos atletas
Hasteamento da Bandeira
Danças culturais
Concurso de Rei e Rainha dos jogos.


Agradecimentos
- A todos patrocinadores
- Quadro de funcionários da Escola Belarmino Alves Corrêa
- A comunidade extraescolar (moradores, pais de alunos).
- A todos os alunos (as) da Escola.

Realização

Escola Belarmino Alves Corrêa

terça-feira, 27 de agosto de 2013

IV Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente


A IV Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente é voltada para as escolas com pelo menos uma turma do 6° ao 9° ano (5ª a 8ª série) do Ensino Fundamental, cadastradas no Censo Escolar de 2011 – INEP, públicas e privadas, urbanas e rurais, da rede estadual ou municipal, assim como escolas de comunidades indígenas, quilombolas e de assentamento rural. Todos os estabelecimentos escolares com esse perfil podem participar. A adesão ao processo de Conferência é voluntária.

O processo da IV Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente envolve as seguintes etapas:
• Conferência nas escolas (obrigatória)- até o dia 31/08/2013;
• Conferencias municipais e/ou regionais (opcional) até o dia 06/10/2013;
• Conferência estadual (obrigatória) até o dia 25/10/2013 e
• Conferência nacional nos dias 25 a 29 /11/2013.

Como aderir a Conferência?
Primeiro Passo: Construir uma Comissão para organizar, animar a conferência e envolver toda a comunidade educativa no processo. (Ver as publicações na biblioteca do site: Passo a Passo pra a Conferência de Meio Ambiente na Escola; Construindo Com-Vidas e Agenda 21 na escola: Vamos Cuidar do Brasil com Escolas Sustentáveis)

Segundo Passo: Desenvolver estudo da temática e elaborar projetos de ação para tornar a sua escola mais sustentável. (Temas Terra, fogo, Água e Ar).

Terceiro Passo: Na conferência na escola escolher apenas um projeto relacionado a apenas um tema. Escolher um aluno ou aluna de 11 a 14 anos do 6º ao 9º ano para representar a escola na etapa posterior

Quarto Passo: (Somente após a realização da Conferência na escola) - Registrar o resultado da conferência no site - e enviar o projeto de ação (2 a 4 laudas) incluindo duas fotografias da Conferência na escola.

Para dúvidas sobre a Conferência estadual entre em contato com representantes da Comissão Organizadora Estadual.

Fonte: http://conferenciainfanto.mec.gov.br/index.php/noticias/9-outros-destaques/54-passo-a-passo

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Adesão do Pará à independência do Brasil

 
Neste dia 15 de agosto, um feriado estadual lembra uma importante data histórica para o Pará: Sua adesão à independência do Brasil. Até os dias de hoje, percorrendo a Cidade Velha ou o bairro da Campina, os primeiros de Belém, ainda é possível observar resquícios da colonização portuguesa na Região Amazônica e justamente esta estreita relação dos paraenses com a população lusitana foi o principal motivo para a tardia adesão da então Província do Grão-Pará à nova Nação, criada pelo grito de Dom Pedro I, às margens do Ipiranga, em 1822.

Para a professora da Faculdade de História da Universidade Federal do Pará (UFPA), Magda Ricci, a adesão do Pará à independência do Brasil é o momento histórico no qual começa a ser traçada uma identidade brasileira entre o povo paraense, até então, isolado do resto do País.

“É um momento especial de formação de uma identidade local. O que nasceu mais rápido foi um sentimento de pertencimento ao Pará. A adesão do Pará e a dos paraenses à causa brasileira, em 15 de agosto de 1823, foi o primeiro passo para a formação de uma identidade patriótica maior”, explica a historiadora.

Províncias - A pesquisadora conta que, até 1822, o Brasil que conhecemos, hoje, era dividido em duas províncias: A do Grão Pará e Maranhão e a do Brasil. O contato das elites e as trocas comerciais e culturais locais eram realizadas, diretamente, com Portugal e havia pouco diálogo com a província irmã no sul, o que, atualmente, é chamado de Brasil. Até 1815, com a transferência da Corte Portuguesa para o Rio de Janeiro, as províncias separadas passaram a ser uma única, batizada de “Reino Unido”. Porém, com o retorno de Dom João VI para Portugal, em 1820, começou uma crise no Estado, que precisava decidir se deveria aliar-se ao Brasil ou permanecer ligado a Portugal.

“O Pará foi o primeiro local a aderir à causa revolucionária portuguesa, pois significava poder político para Lisboa e o Pará poderia ter mais liberdade política e econômica. Contudo, com a declaração da independência, as cortes de Lisboa se radicalizaram e ouviam, cada vez menos, os deputados que estavam fora de Portugal”, narra Magda Ricci. A elite da cidade de Belém era ligada à nação lusitana de várias maneiras, desde a relação comercial com portugueses da cidade do Porto até a presença de militares lusitanos que eram fiéis ao antigo monarca e que pouco conheciam o jovem imperador Dom Pedro I.

Para integrar o País, Dom Pedro enviou uma frota que deveria seguir até a Bahia para incentivar a adesão à causa da independência. Os militares, porém, seguiram até o extremo norte, no Pará, e, em um blefe, afirmavam que eram o primeiro de uma frota de navios que invadiria o Estado, caso os paraenses não aceitassem, pacificamente, se tornar brasileiros. Quando as elites perceberam o golpe, era tarde demais e elas já estavam politicamente obrigadas a assinar o documento de adesão.

“Contudo esta tomada não mudou muita coisa na vida dos paraenses, especialmente na vida dos mais pobres e dos escravos, dos povos indígenas e dos mestiços. Deixamos de pertencer ao império português e passamos a pertencer ao império brasileiro. Havia uma expectativa de mudanças, especialmente entre os paraenses natos. Todavia nada disso ocorreu e rapidamente eclodiram revoltas. A do brigue palhaço foi a mais conhecida e trágica”, aponta a historiadora.

O processo de adesão no Pará foi complexo e delicado, já que bastava assinar um documento e jurar fidelidade ao novo monarca para ser considerado brasileiro e manter seus títulos e poderes no Estado. Essa situação revoltou parte da população paraense.

“Três meses após a adesão, uma revolta das tropas paraenses foi duramente reprimida. Exatos 256 paraenses que lutavam por cidadania e direitos iguais aos dos portugueses que aqui viviam foram confinados no porão do Navio São José Diligente e morreram asfixiados, sufocados ou até mesmo fuzilados. Este episódio marcou um momento de consciência política e de identidade local. Nasceu ali um forte sentimento de identidade paraense que irá explodir mais tarde em outras revoltas, como na sangrenta Cabanagem, que explodiu em 1835.
Incertezas e dúvidas - “A dúvida maior era a de se descobrir como se tornar ‘brasileiro’”, explica Magda Ricci. Para alguns paraenses, ser brasileiro era aderir ao movimento liderado pelo Rio de Janeiro; para outros, era ter nascido no País. “Assim, depois da adesão de 1823, houve ainda um tempo de incertezas e dúvidas. Se a elite local estava dividida, a população mais pobre e os escravos de origem africana perceberam rapidamente que a independência não mudou suas vidas e, diante da fragilidade da elite, poderiam também fazer uma revolução mais ampla para mudar suas vidas. Tudo isso culminou em muitos levantes e mortes, que se concluíram com a sangrenta Cabanagem de 1835.”

De acordo com a pesquisadora, esse processo de construir uma identidade brasileira no norte do Brasil ainda não se encerrou e permanece “até os nossos dias, quando é preciso lutar para se fazer uma identidade nacional mais ampla e formadora de uma cidadania plena”, considera.

Arquivo Público guarda documentos e história do Pará - A ata de adesão, com as assinaturas dos cidadãos e os ofícios trocados entre as autoridades de Lisboa e do Rio de Janeiro com as do Pará estão guardadas no Arquivo Público. Os jornais O Paraense e o Luso- Paraense, que retratavam a época, também estão arquivados no local. Nesta quarta-feira, 15, este episódio da história paraense completa 189 anos e ainda é pouco lembrado pela população paraense. “Todos estes são periódicos muito efêmeros e pequenos em número de páginas. Contudo são peças fundamentais de divulgação de ideias e demonstram bem o clima político acirrado que existia então”, conclui Magda Ricci.

Texto: Núcleo de Imprensa e Informação da Assessoria de Comunicação da UFPA
Fotos: Alexandre Moraes e Reprodução

Fonte:http://www.portal.ufpa.br/imprensa/noticia.php?cod=6432

Dia dos Pais


 Os pais devem participar da vida de seus filhos

O dia dos pais no Brasil é comemorado no segundo domingo de agosto. Isso faz com que haja uma variação na mesma, caindo em dias diferentes.

A história mais conhecida em comemoração ao dia dos pais é a de William Jackson Smart, um ex-combatente da guerra civil que perdeu sua esposa quando os seis filhos eram ainda bem pequenos, criando-os sozinho. Sua filha Sonora Smart resolveu homenageá-lo, no ano de 1909, em razão da admiração que sentia, por este ter dedicado sua vida aos filhos e ter conseguido criá-los muito bem. A data escolhida foi a de nascimento de Willian, dezenove de junho.

Aos poucos a data passou a ser difundida a outras famílias da cidade onde moravam, no estado de Washington, sendo espalhada por todo país, até que o presidente Richard Nixon tornou-a oficial.

Porém, o primeiro registro de homenagem a um pai surgiu na antiga Babilônia, há mais de quatro mil anos, onde um jovem modelou e esculpiu um cartão para seu pai, desejando sorte, saúde e muitos anos de vida.

Nos Estados Unidos a data ficou estabelecida para ser comemorada no terceiro domingo de junho, assim como África do Sul, México, Canadá, França, Turquia, Venezuela, dentre outros. Na Austrália e Nova Zelândia a comemoração acontece no primeiro domingo de setembro; na Rússia, no dia vinte e três de fevereiro; na Tailândia, no dia cinco de dezembro; e na Itália, no dia 19 de março, dia de São José.

A data passou a ser comemorada no Brasil a partir de 1953. Várias entidades da imprensa se juntaram a fim de promover um concurso onde homenageariam três tipos de pais: o pai com maior número de filhos, o pai mais jovem e o pai mais velho. Os vencedores foram um pai com trinta e um filhos, um pai de 16 anos e um pai com 98 anos.

Ao se tornar pai, o homem passa a ter responsabilidades com seus filhos, devendo sustentá-los de forma digna, dar-lhes atenção, amor, carinho e proteção.

Segundo a Constituição Federal do Brasil, de 1988, o pai tem direito a cinco dias de licença após o nascimento de seus filhos, onde terá tempo para auxiliar a mãe do recém-nascido e fazer o registro do mesmo, em cartório.

O sucesso da comemoração dessa data é muito grande, movimentando bastante o comércio, pois os filhos oferecem presentes aos seus progenitores. Neste dia, os pais recebem atenção e carinho, tornando a data um dia diferente e muito especial para todos.

Jussara de Barros
Pedagoga

Fonte:http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-dos-pais-1.htm

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Origem da Festa Junina


Na época da colonização do Brasil, após o ano de 1500, os portugueses introduziram em nosso país muitas características da cultura europeia, como as festas juninas.

Mas o surgimento dessas festas foi no período pré-gregoriano, como uma festa pagã em comemoração à grande fertilidade da terra, às boas colheitas, na época em que denominaram de solstício de verão. Essas comemorações também aconteciam no dia 24 de junho, para nós, dia de São João.
Essas festas eram conhecidas como Joaninas e receberam esse nome para homenagear João Batista, primo de Jesus, que, segundo as escrituras bíblicas, gostava de batizar as pessoas, purificando-as para a vinda de Jesus.

Assim, passou a ser uma comemoração da igreja católica, onde homenageiam três santos: no dia 13 a festa é para Santo Antônio; no dia 24, para São João; e no dia 29, para São Pedro.
Os negros e os índios que viviam no Brasil não tiveram dificuldade em se adaptar às festas juninas, pois são muito parecidas com as de suas culturas.


Aos poucos, as festas juninas foram sendo difundidas em todo o território do Brasil, mas foi no nordeste que se enraizou, tornando-se forte na nossa cultura. Nessa região, as comemorações são bem acirradas – duram um mês, e são realizados vários concursos para eleger os melhores grupos que dançam a quadrilha. Além disso, proporcionam uma grande movimentação de turistas em seus Estados, aumentando as rendas da região.

Com o passar dos anos, as festas juninas ganharam outros símbolos característicos. Como é realizada num mês mais frio, enormes fogueiras passaram a ser acesas para que as pessoas se aquecessem em seu redor. Várias brincadeiras entraram para a festa, como o pau de sebo, o correio elegante, os fogos de artifício, o casamento na roça, entre outros, com o intuito de animar ainda mais a festividade.

As comidas típicas dessa festa tornaram-se presentes em razão das boas colheitas na safra de milho. Com esse cereal são desenvolvidas várias receitas, como bolos, caldos, pamonhas, bolinhos fritos, curau, pipoca, milho cozido, canjica, dentre outros.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

Fonte:http://www.brasilescola.com/detalhes-festa-junina/origem-festa-junina.htm

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Mitos da Educação - 14



 14 Os alunos aprendem mais quando a atividade é lúdica

Por que é um mito Aprender pressupõe um esforço cognitivo e requer força de vontade, disciplina, concentração e dedicação. Atividades dinâmicas e divertidas não garantem, necessariamente, todas essas condições em sala.

Por que derrubá-lo O conhecimento deve fazer as pessoas se sentirem inteligentes, capazes, fortes e autônomas. O grande desafio da escola é demonstrar a importância do saber na sociedade moderna e o quanto aprender pode ser desafiante e interessante. É dessa sensação que deve vir a satisfação pelo estudo. As brincadeiras certamente deixam os alunos mais animados, mas, se você tem como objetivo levar a turma a aprender os conteúdos previstos em cada disciplina, o melhor caminho é propor situações desafiadoras, que façam sentido para o aluno e valorizem o seu esforço em superar limites. Para planejá-la, a primeira condição é conhecer o que todos já sabem. Assim, você não apresenta um desafio tão difícil que possa desmotivá-los nem tão fácil que os desestimule a dedicar tempo a ele.

"Brincadeiras e jogos não devem ser utilizados como recurso para que os alunos façam uma atividade. A motivação precisa ser a aprendizagem. Esse é o desafio."
Bernard Charlot, professor visitante na pós-graduação em Educação da Universidade Federal de Sergipe (UFS).

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/15-mitos-educacao-621800.shtml?page=13